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sábado, 1 de maio de 2010

Aquarela...

Numa simples aquarela...
Numa simples folha de papel...
Há tanto por onde viajar...
Até por cima do arco-íris...



terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Para refletirmos - uma resposta à Mãe da Inês ...

Como educar para a felicidade


«Fazer dos filhos adultos felizes é o sonho de muitos pais. Mas quais são as prioridades? Aqui ficam alguns conselhos práticos sobre como contribuir para uma criança crescer feliz.

Todos os pais que se prezam querem fazer o melhor pelos filhos. O problema é que muitas vezes as prioridades baralham-se. Numa altura em que o tempo não sobra, escolher o que realmente importa na educação dos filhos pode ser complicado. Para facilitar a tarefa, a autora britânica Roni Jay condensou no livro "Pai, Quero Ser Feliz - As 10 Coisas Mais Importantes que Pode Fazer pelos Seus Filhos" tudo o que deve ser assegurado para que eles se tornem adultos o mais felizes possível.
Desde logo, escreve, é preciso incutir-lhes autoconfiança, o que se consegue estabelecendo fronteiras não alteráveis. É fundamental que as regras não mudem. Uma criança em plena birra está a testar os limites, não por querer que os pais recuem, mas para verificar que esses limites se mantêm no lugar. O facto de estarem lá é para ela "a única coisa sólida num mundo em mudança", razão pela qual Jay desaconselha cedências. "Os pais que querem mesmo dizer 'não' quando dizem 'não' têm, de facto, filhos que não forçam os limites", garante. Mas antes de negar qualquer coisa, deve fazer-se uma previsão rápida do desfecho provável. Se isso não for possível, o melhor é ganhar tempo dizendo: "Tenho de pensar nisso" ou "dá-me um minuto". Esta estratégia permite não apenas evitar recuos caso se tenha dito não, como também dá tempo para pensar sobre as condições acordadas antes do aval. Por exemplo: "Podes brincar na piscina insuflável desde que não faças fita quando chegar a altura de saíres, senão não vou buscá-la amanhã."

Para motivar crianças a mudarem de comportamento, os pais devem recompensar em vez de ameaçar. Concentrar os filhos no êxito, e não no fracasso, é mais eficaz. Tal como acontece com as recompensas e as ameaças, os elogios são sempre preferíveis às críticas. Muitas vezes, tudo o que os filhos precisam é que os pais reparem nas suas conquistas. Mas cuidado: é preciso elogiar com peso e medida. Não se deve dizer "Muito bem!" a tudo. Ou seja, aplaudir os feitos importantes não terá tanto significado se o alarido com as pequenas conquistas for demasiado grande.

Segundo a autora, as críticas também devem ser feitas, mas nunca em termos pessoais. É o comportamento que deve ser repreendido. Afirmar "é egoísmo não partilhar brinquedos" em vez de "és egoísta" pode fazer toda a diferença.

Com três filhos biológicos e três enteados, Roni Jay assegura que a vida de uma criança tem que ter magia e que esta é até fundamental para o seu desenvolvimento. Os filhos têm muito tempo para saberem que os gatos não voam e que a lua não está mesmo a olhar para elas. "A magia é a própria essência da infância", lembra. Até os filhos atingirem a idade adulta, os pais vão introduzindo devagar doses de realidade e obrigações, mas devem esforçar-se por manter viva a magia o mais possível. Mas para que uma criança sinta a magia, precisa de tempo, um bem escasso nos dias de hoje. Muitas delas são transportadas do ballet para o treino de futebol, das aulas de clarinete para o teatro. E, contudo, "nada é mais importante do que não fazer absolutamente nada". Por isso, aconselha que as crianças em idade de frequentar a escola primária não sejam inscritas em mais do que duas actividades extracurriculares semanais.

E para estimular a magia, nada melhor do que um espaço vazio. Quanto menos se fizer por elas, mais as mentes das crianças farão por si próprias e uma praia larga ou uma colina ampla são locais onde se pode encontrar magia a sério. Uma boa altura para proporcionar um momento mágico a uma criança é a hora de ir para a cama. Basta aconchegá-la e, no fim de uma boa história dizer-lhe algumas palavras mágicas para adormecer. "És a luz dos meus olhos, o tesouro do meu coração e o amor da minha vida. Dorme bem", são palavras que Roni aprecia. E porque não criar ambientes mágicos no quarto? Uma selva, um mundo subaquático, os aposentos de uma princesa...

Outro capítulo a que a autora, especializada na área do comportamento familiar, dedica várias páginas é o do valor do dinheiro. Jay explica a importância das mesadas, fala de receitas de juros, ajudas de custo, subsídios complementares e contas bancárias a sério. Aborda até a questão do trabalho na adolescência, explicando por que razão é bom que um jovem ganhe algum dinheiro antes de sair de casa.

Mas o livro não se fica por aqui. Os pais podem ainda conhecer as melhores formas de mostrar a diferença entre o que está certo e o que está errado; ensinar as crianças a formularem ideias e opiniões; ajudá-las a prepararem-se para o mundo lá fora; mostrar-lhes a importância de uma vida saudável; ou saber como devem lidar com mais do que um filho.

"Pai, Quero Ser Feliz" pretende que pais preocupados possam finalmente descontrair e contribuir sem culpa para a felicidade dos filhos.»


(Texto publicado na Revista Única da edição do Expresso de 31 de Outubro de 2009)

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Para que serve uma caixa de queijinhos???

É tão gratificante poder concluir que os temas que abordámos interessam realmente as nossas crianças. O tema da reciclagem e reutilização cativou muito o grupo em geral, concretizando-se o objectivo principal: sensibilizar as crianças para a protecção e preservação da Natureza. É muito bom saber que as nossas crianças, já tão crescidas, "ensinam" em casa as coisas que aprendemos na escola. A Inês contou-nos que, no passado fim-de-semana, com uma simples caixa de queijos, se pode fazer algo tão engraçado e criativo como uma boneca.

Não resisti em partilhar, valorizando mais o facto de esta boneca ter sido feita em casa, na companhia da família, pondo em prática as aprendizagens realizadas na escola.

Cá está a bonequina da nossa inês...


segunda-feira, 28 de setembro de 2009

BOLO




Na semana passada preparamos, com muito carinho um bolo para a reunião de pais na nossa sala.

Ficou delicioso...


Querem aprender??? Podem tirar a receitar...



sexta-feira, 18 de setembro de 2009

REUNIÃO DE PAIS



ATENÇÃO PAIS

Vamos realizar, na próxima 3ª feira, dia 22, uma reunião de Pais.
Para além de muitos outros assuntos, vai ser apresentada a nova educadora.
Não falte! Contamos com a presença de todos

terça-feira, 17 de março de 2009

- Mãe…nhiii! Pai…iii!





«- Mãe…nhiii! Pai…iii!

Conta-me uma história.

Com estas palavras iniciam os nossos filhos um ritual de ternura que se repete cada dia, à hora de dormir. Necessidade de segurança afectiva? Marcha atrás para o tempo em que lhe dávamos mais carinho? Exigência da nossa disponibilidade a corpo inteiro? Uma certeza: os nossos filhos adoram que lhes contemos histórias.

E se não fossem os afazeres domésticos, bem teríamos de contar, de ponta a ponta, o reportório das histórias sabidas ou inventadas.

Das inventadas, fruto da nossa imaginação, em momentos passados, a coisa fia mais fino, porque ao mais pequenino desvio narrativo os nossos filhos, como contabilistas de contos alheios, conferem e corrigem: - Ai, não era assim…

Lidas, inventadas ou recontadas, as histórias que contamos aos nossos filhos são momentos ricos de comunicação.

Farão parte de sua memória afectiva e seremos nós que perduraremos na sua recordação, em imagens de ternura e saudade, mesmo para além da nossa vida.

Depois é necessário que a tradição do contar de historias não desapareça, porque, mal-grado outras formas de cultura e diversão que hoje nos entram pela casa dentro, as histórias são património cultural, universal e milenar.»


José Vaz.


sexta-feira, 13 de março de 2009

Conselhos às famílias

Texto retirado do blog da CONFAP

As crianças que lêem, ou ouvem ler, e contactam com livros todos os dias, desenvolvem-se melhor e têm mais sucesso na escola.
Faça da leitura com as crianças um momento agradável no dia-a-dia da sua família.


7 Exelentes razões para ler com as crianças


1.
Ouvir ler em voz alta, ler em conjunto, conversar sobre livros desenvolve a inteligência e a imaginação;
2.
Os livros enriquecem o vocabulário e a linguagem;
3.
As imagens, as informações e ideias dos livros alargam o conhecimento do mundo;
4.
Quem tem o hábito de ler conhece-se melhor a si próprio e compreende melhor os outros;
5.
Ler em conjunto é divertido, reforça o prazer do convívio;
6.
Os laços afectivos entre as crianças e os adultos tornam-se mais fortes;
7.
A leitura torna as crianças mais calmas, ajuda-as a ganhar autoconfiança e poder de decisão.

Conselhos às famílias
1. Inclua os livros no dia-a-dia das crianças
À noite quando as crianças já estão na cama, leia-lhes antes de adormecerem. Os livros acalmam e dão serenidade. O momento do banho também pode incluir livros de plástico ou de borracha.

2. Faça da leitura uma actividade divertida
Tenha sempre uma estante baixa com livros, uma caixa, ou um cesto na zona dos brinquedos. Deixe a criança escolher o livro que quer ler consigo. Pode propor outros livros, mas não force. É importante que leia ou oiça ler com prazer.

3. Guarde alguns minutos por dia para ler com as crianças
Reserve sempre alguns minutos do dia para ler, observar e conversar sobre os livros que a criança aprecia. As crianças pequenas não aguentam muito tempo e não se deve forçar. À medida que vão crescendo passam a gostar de ver livros e ouvir ler histórias durante mais tempo.

4. Vá com as crianças à Biblioteca Pública
As bibliotecas públicas são muito acolhedoras e estão cheias de livros para todas as idades. Experimente ir com os seus filhos. O atendimento é muito agradável e o empréstimo é gratuito. Requisite livros para ler em casa com os seus filhos.

5. Ofereça livros às crianças
Ofereça livros aos seus filhos. Habitue as crianças a escolherem um livro para dar aos amigos como presente. Visite livrarias, supermercados e feiras do livro e deixe as crianças mexerem nos livros expostos para escolherem os que mais lhes agradam. Não imponha o seu gosto.
Como ler com as crianças pequenas
1. Mostre a capa, mostre os livros e fale sobre as ilustrações.

2. Deixe a criança virar a página, se ela quiser.

3.
Leia as frases e mostre-as com o dedo.


4.
Torne a história viva, faça uma voz diferente para cada personagem e use mímica para contar a história.


5.
Quando a criança começa a saber ler deixe-a ler palavras e frases. Leia a par.


6.
Faça perguntas e converse sobre a história, sobre as informações e sobre as imagens.


7.
Verifique se a criança está a compreender bem.


8.
Deixe a criança comentar o livro, contar a história ou partes da história.


9.
Se a criança não mostrar interesse não insista. Leia outra história ou leia noutra altura.


10.
Se a criança pedir, volte a ler a mesma história uma ou várias vezes.
É frequente as crianças quererem ouvir muitas vezes uma história que lhes agrada.

É importante que as crianças contactem com livros adequados em todas as idades. Se o contacto for diário os progressos tornam-se evidentes, para grande alegria de todos!
Entre os 6 e os 12 meses a criança:
Observa os livros. Tem interesse por imagens e caras de pessoas. Estica-se para apanhar coisas. Leva os livros à boca.

Os livros mais adequados são: Coloridos, com fotografias de crianças ou imagens grandes e nítidas. Resistentes e laváveis. De cartão grosso, de pano ou plastificados, com páginas fáceis de virar.


Entre os 12 e os 24 meses a criança:
Senta-se sozinha. Consegue agarrar e transportar o livro. Segura-o na posição correcta, virado para cima. Transporta o livro pela casa. Entrega o livro ao adulto para que lhe leia.

Os livros mais adequados são: Coloridos, com imagens ou fotografias que incluam outras crianças, brinquedos e objectos em situações familiares nítidas, como por exemplo dormir, comer ou brincar. Com poucas palavras em cada página.


Entre os 2 e os 3 anos a criança:
Aprende a segurar o livro bem e a virar as páginas. Procura para a frente e para trás num livro as ilustrações que já conhece e de que mais gosta. Relaciona o texto com a imagem, diz frases completas de cor.
Por vezes consegue dizer histórias completas.

Os livros mais adequados são: Coloridos, com páginas de cartão — mas também com páginas de papel. Livros sobre crianças e famílias e sobre muitos temas: fazer amigos; alimentos; animais; camiões, carros, comboios, barcos, etc. Livros com palavras associadas a imagens.


Entre os 3 e os 5 anos a criança:
Segura um livro correctamente. Volta as páginas, uma de cada vez. Ouve histórias mais compridas. Pode voltar a contar uma história conhecida. Distingue histórias contadas de histórias lidas. Começa a conhecer as letras do alfabeto.
Pode começar a saber ler palavras e expressões e a escrever o nome.

Os livros mais adequados são: Livros de histórias. Livros sobre crianças que são como elas e que vivem como eles, mas também sobre diferentes lugares e diferentes formas de vida. Livros com textos simples que possam memorizar. Livros que ensinam a contar, ensinam o alfabeto e ensinam palavras e frases.


A partir dos 6 anos a criança:

Está desejosa de conseguir ler sozinha, mas continua a adorar ouvir os adultos lerem alto. Procura os livros preferidos e lê livros novos. Gosta de descobrir nos livros as letras, sílabas ou palavras que já reconhece.
Vai conseguindo ler frases e ao sentir os seus próprios progressos sente-se vitoriosa.


Os livros mais adequados são: Livros com imagens coloridas, com pouco texto para ler sozinha e treinar ou com texto mais longo para ouvir ler e para descobrir sílabas, palavras e frases; histórias familiares; contos tradicionais; histórias de animais; informações sobre vários temas histórias alusivas à época do ano, Natal, estações do ano, ir para a escola, tempo de férias, etc.



Texto retirado de aqui

terça-feira, 3 de março de 2009

Um site com muito interesse

Semana da leitura


CONTA-ME UMA HISTÓRIA!



«O desenvolvimento de competências de literacia aparece associado a um desenvolvimento precoce das mesmas, levando a que o papel da casa e do jardim-de-infância seja preponderante nesse processo.

(…)

A introdução precoce dos livros e a participação das crianças em interacção com os pais, relacionadas com a literacia, são factores importantes na aprendizagem da leitura e da escrita.»

O livro assume cada vez mais, uma grande importância como veículo de cultura, na medida em que proporciona aos leitores uma viagem pelo mundo da fantasia, da magia, do desconhecido, do real…Através dos livros as crianças sonham, fascinam-se, seduzem-se não só pelas ilustrações e pelos textos, como pelas mensagens, pelos conteúdos que os livros nos proporcionam.

Os livros podem servir de aperitivo para o desejo de saber mais, vontade e curiosidade de compreender o mundo, janelas da imaginação e dos afectos que ficam para sempre guardados na memória afectiva das crianças.

Ler para os filhos (e com os filhos), proporciona momentos de aproximação e de afectos. Não é preciso muito tempo diário, basta que no pouco tempo em que estamos com os nossos filhos lhes dediquemos um tempo de qualidade.

A hora do conto, (que pode ser antes da hora de dormir), pode constituir esse momento magico entre pais e filhos.


Algumas dicas para a leitura em família


- Procure estar confortável, num local sossegado, longe das conversas e da televisão.

- Sente-se junto do seu filho, para que a criança possa observar as ilustrações e as palavras à medida que vai lendo.

- Deixe a criança escolher o livro.

- Vá apontando o que está a ler para que a criança se aperceba do movimento da leitura.

- Leia com expressão, pronunciando claramente as palavras e fazendo pausas, incentive-a a ler palavras ou frases que já conheça, durante a leitura, converse sobre o que leu e explique alguma palavra ou situação que ela não perceba; pergunte o que vai acontecer a seguir.

- Se o livro for grande, leia-o em episódios.

- Quando terminar a leitura, converse sobre a história, sobre as personagens, sobre o que mais gostou, sobre o que achou interessante.

- Se a criança pedir, pode ler e reler diversas vezes a mesma história...


Lembre-se…


“Aquilo que o coração ama jamais será esquecido”

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Eli, a elefante bébe



«Numa terra onde o sol, quando nasce, pinta de vermelho e laranja, o céu, o chão e o ar, começa uma história de amor e amizade. Das origens mais profundas do continente africano, e das relações mais verdadeiras, se ergue esta história que nos apresenta Eli e Alice.

Eli é uma elefante bebé.

Alice uma menina europeia, que vive perto de Eli, com o pai e uma tribo local. É uma criança tímida, com uma enorme dificuldade em fazer amigos. A amizade que rapidamente se instala entre as duas é surpreendente e encantadora.

Eli e Alice, a menina e a elefante, crescem juntas e partilham todos os momentos das suas vidas. Eli depressa se torna numa elefante diferente e especial. A sua convivência com Alice e com os outros humanos afastam-na cada vez mais das características normais da sua raça!

Alice, por seu lado, torna-se numa menina mais simpática …. Mais feliz!!

Mas um dia Eli terá de seguir o caminho para uma vida selvagem… Advertem os adultos às duas amigas, que não acreditam nem aceitam essa ideia.

Conseguem imaginar o que seria viver com um elefante adulto dentro de casa?!?! Eheheh!!

O pai de Alice e os amigos da Tribo tentam ensinar a Eli coisas próprias da sua raça e com isso prepara-la para a sua vida selvagem (e que belas cenas daí resultam!!)

Eles acreditam que esse será inevitavelmente o caminho que Eli terá de seguir.

Já as duas amigas??.... Têm a certeza que isso jamais vai acontecer!

Mas será Eli capaz de resgatar o seu instinto elefante depois de tantos anos a viver segundo outras regras e outros exemplos??

Ou Eli e Alice, conseguirão ultrapassar os seus próprios limites, deixando que a sua amizade vença todas as barreiras??

Eli e Alice, a menina e a elefante, seja qual for o destino que a vida lhes guarde, serão sempre, no coração e na alma, amigas inseparáveis!»

(Texto retirado do site da Plano 6)

sábado, 24 de janeiro de 2009

O mapa das presenças.


O objectivo do Mapa das Presenças é saber quem está no Jardim.

Contudo muitas são as noções que são trabalhadas através dele:
  • Noção de conjuntos e de elementos;
  • Construção da noção de tempo;
  • Organização e representação de conhecimento;
  • Organização de dados do espaço ( nomeadamente no papel) ;
  • Etc

«É um trabalho continuado, encadeado, que permite à criança construir uma serie de noções subjacentes a estes conceitos e respectivas representações como as de conjunto, elemento, relação de pertença, relação de contido, produto cartesiano, relação binária, par ordenado, dia, semana, ontem, hoje, amanhã...»

Maria Conceição Menino, DREN






Agora, está assim:




Para além de uma grande evolução na representação gráfica, temos muitas tentativas de escrita do nome.
A organização dos dias da semana já surgiu.

Depois de grandes discussões e muita reflexão em grupo sobre a forma como poderíamos "separar"os dias, surgiu uma solução: para cada dia, colocavamos uma folha.

E também já percebemos que depois do fim de semana, temos que mudar todas as folhas pois recomeça um novo ciclo, uma nova semana.


Ainda há muito para conseguir, construir e consolidar, mas estamos sem duvida no bom caminho!!!

Já é no próximo dia 4 de Fevereiro



Atenção Pais,
Está quase a chegar a nossa ida à Exponor onde vamos assistir à peça de teatro musical.

DIA 4 DE FEVEREIRO



ELI, A ELEFANTA BEBÉ

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Actividades para fomentar a leitura (actividades Pre-leitoras)


«Ao longo dos anos pré-escolares as crianças não só continuam a progredir do ponto de vista das aquisições sobre a sua língua materna como começam a desenvolver algumas intuições sobre a estrutura e o funcionamento da própria língua. As crianças em idade pré-escolar conhecem e utilizam um vocabulário relativamente extenso de palavras. Compreendem facilmente os significados de questões, ordens e histórias. Processam igualmente de forma automática os segmentos da fala, o que, por exemplo, lhes permite distinguir e articular palavras que se distinguem entre si apenas por um som (por exemplo, pato e gato).
(...)
A consciência fonológica é a capacidade para reflectir sobre os segmentos sonoros das palavras orais. Mais especificamente refere-se à capacidade para analisar e manipular segmentos sonoros de tamanhos diferenciados como sílabas.»

In," Linguagem e Comunicação no Jardim-de-Infância - Textos de Apoio para Educadores de Infância", de Ines Sim-Sim, Ana Cristina Silva e Clarisse Nunes, Junho de 2008.

Promovemos constantemente actividades para desenvolver a consciência fonológica; contamos as " palmas" que cada palavra contem (fazemos corresponder a cada silaba uma palma ); fazemos a leitura (quase diária) de histórias, promovemos a aprendizagem de textos poéticos e de poesias, fomentamos a "leitura" de textos escritos com substituição de palavras por imagens.
Alguns exemplos:




terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Um presente de Natal

Uma prenda de Natal a valer...Brincar.
Leia aqui



segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Biblioteca de Livros Digitais para Crianças


Através "Da Janela do meu Jardim" tivemos conhecimento que, numa iniciativa do Plano Nacional de Leitura, foi criada uma Biblioteca de Livros Digitais para crianças, que já está disponível on-line.

Podem consultar aqui e inscrever-se. Vale a pena..

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

A criança e o desenho


A criança desenha para se divertir. Desenhar é para ela um jogo que leva muito a sério. Para a criança, os seus desenhos estão sempre bem feitos e a prova disso é que os dedica a quem gosta. É a sua forma de escrever a realidade. Ao desenhar a criança está a contar a sua história, os seus pensamentos, as suas fantasias, os seus medos, alegrias e tristezas. Cada desenho tem uma história, um significado pessoal. Através do desenho a criança deixa transparecer o seu mundo interior.

Segundo Luquet: “ o desenho é uma íntima ligação do psíquico e do moral. A intenção de desenhar tal objecto não é senão o prolongamento e a manifestação da sua representação mental; o objecto representado é o que, neste momento, ocupará no espírito do desenhador um lugar exclusivo ou preponderante.”
O desenho pode também mostra-nos o processo de desenvolvimento, de crescimento da criança.

Merleau-Ponty (1990) apresenta-nos os vários estágios do desenho infantil:

«Realismo fortuito – a criança procura representar o objeto como uma totalidade.
Subdivide-se em:
a) Desenho involuntário – a criança desenha só para fazer linhas, sendo que, nesse estágio, repete o movimento pelo simples prazer e
b) Desenho voluntário –a criança percebe certa semelhança entre os traços e o objecto real. Ela enuncia a interpretação que o desenho lhe dá. Mais tarde, diz o que pretende desenhar, mas o resultado a faz interpretar seu desenho de forma diferente. Em outra situação, o desenho, afinal, corresponde com a sua interpretação inicial. Então, percebe que pode representar, através do desenho, tudo o que deseja.
Incapacidade sintética – a criança desenha cada objecto de forma diferente, considerando seu ponto de vista para diferenciá-los. Pode desenhar uma figura humana, mas desenhar os olhos, a boca e os cabelos ao lado do corpo como se não fizessem parte dele.
Realismo intelectual – a criança procura desenhar não só o que pode ver no objecto, mas todas as suas fases.Desenha de acordo com sua noção momentânea dos objectos.
Realismo visual – a criança representa apenas os aspectos visíveis do objecto. Há um aprimoramento de sistema de desenho construído no estágio anterior.»*

in, "A criança e o desenho Infantil - A sensibilidade do educador mediante uma produção artística infantil" de Ema Roseli e Lygia Helena Roussenq Neves, Revista de Divulgação tecnico-cient´fica do ICPG, 2004

Alguns exemplos:

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

sábado, 25 de outubro de 2008

Quando você pensava que eu não estava olhando


(Autor desconhecido)


Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você pegar o primeiro desenho que fiz e prender na geladeira e, imediatamente, eu tive vontade de fazer outro para você.



Quando você pensava que eu não o estava olhando, eu vi você dando comida a um gato de rua e eu aprendi que é legal tratar bem os animais.



Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você fazer meu bolo favorito para mim e eu aprendi que as coisas pequenas podem ser as mais especiais na nossa vida.



Quando você pensava que eu não estava olhando, ouvi você fazendo uma oração, e eu aprendi que existe um Deus com quem eu posso sempre falar e em quem eu posso sempre confiar.



Quando você pensava que eu não o estava olhando, eu vi você fazendo comida e levando para uma amiga que estava doente e eu aprendi que todos nós temos que ajudar e tomar conta uns dos outros.


Quando você pensava que eu não o estava olhando, eu vi você dando seu tempo e seu dinheiro para ajudar as pessoas mais necessitadas e eu aprendi que aqueles que tem alguma coisa devem ajudar quem nada tem.


Quando você pensava que eu não estava olhando, eu senti você me dando um beijo de boa noite e me senti amado e seguro.


Quando você pensava que eu não o estava olhando, eu vi você tomando conta da nossa casa e de todos nós e eu aprendi que nós temos que cuidar com carinho daquilo que temos e das pessoas de que gostamos.



Quando você pensava que eu não o estava olhando, eu vi como você cumpria com todas as suas responsabilidades, mesmo quando não estava se sentindo bem, e eu aprendi que tinha que ser responsável quando eu crescesse.


Quando você pensava que eu não o estava olhando eu vi lágrimas nos seus olhos, e eu aprendi que, às vezes, acontecem coisas que nos machucam, mas que não tem nenhum problema a gente chorar.


Quando você pensava que eu não o estava olhando, eu vi que você estava preocupado e eu quis fazer o melhor de mim para ser o melhor que pudesse.


Quando você pensava que eu não estava olhando foi quando eu aprendi a maior parte das lições de vida que eu precisava, para ser uma pessoa boa e produtiva quando eu crescesse.


Quando você pensava que eu não estava olhando, eu olhava para você e queria te dizer:
"Obrigado por todas as coisas que eu vi e aprendi quando você pensava que eu não estava olhando!"

sexta-feira, 17 de outubro de 2008